16 de mai. de 2011

quem quer dizer alguma coisa?



Ao Tao do Pooh e a casa colorida de ... da obvius... a Jk e a mim,
Momento para si

Esse é um momento para (se) escrever qualquer coisa,
inclusive as que não tem valor
ou as que ficarão no guarda- roupa das más- lembranças...

1. Derrepente, correr pelo outro é coisa para pessoas menos ambiciosas e interesseiras.
1.1 Os que procuram tirar proveitos, neste sentido, certamente podem se equivocar...
As ondas vão e vem (disse o cantador), derrepente, numa delas, alguém encontrará as semânticas pragmáticas de girandolar de mundo (seja o que queira ser isso) e então,
       Muitas coisas estarão desveladas:
 2.0 (Não ignorar. Lê-se: Dois Ponto zero) (Flex) Estamos fadados a esta justiça que impressiona pela sua coerência e fruição... seja lá do que for... (antagônico de sua ausência).
Outro derrepente:
3.0 (Três mesmo) Vemos, então, tudo passando nas nossas mentes como déjà vu, de algo que realmente já aconteceu... (serão sempre - e sempre é muito – as mesmas coisas – como gols de craques – sempre existui e existirá igual – o campo [isso num raio circular de mundo] é propício)                       
4. “Não se pode tapar o sol com a peneira”;
não se pode querer tudo...
ou a peneira...                                                                                                                ou o sol!             

(nota: a peneira é furada, aliás por demais e o sol queima, hoje em dia por demais. Há de se respeitar seus horários clínica-cientificamente autorizados e suas condições de estares e serem no mundo que girandola).  
Os dias que se quer fazer tudo de uma vez, melhor deletar, a Ler também estará aí...

(Óh, meu caro Senhor, nesse mundo tá Pós-Moderno, como moderar, como evitar, tudo corrobora em tempos inestancáveis à falência).  

5. Não (ou sim) se pode nadar contra a correnteza...
Desistir é pior...
(Outra nota: Pororoca, tsunami, ondinhas da madrugada do réveillon... A intensidades fica a La carte ou self service – tanto faz...)

Se não escrevo, as palavras não me deixam...

 (Digressão) A madrugada tem tanto barulho e tanto silêncio para ouvir o barulho...


No          “momento para si”                        reflete-SI!                             Esvazia-si-se... (?)
Se vá, vá se
Se mar,
Me quer
Bem-me-quer.
Se dá, lá cá...
                                               AGE!     (SE)

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