16 de mai. de 2011

CASA SUJA SEM AMOR...


... Aos seus cinquenta anos, muito já foi vivido, sentido, experienciado... Ela entrou naquela casa, cobriu-se de uma rigidez algoz e disse: “Esse lugar está precisando de AMOR”. Esta casa está precisando de amor, uma casa tão fácil de arrumar... Meu Deus!”Encerou-se!
E onde está o amor – Aquela peça de dança procurou e o encontrou num reino escondido, segundo eles, o motivo do sumiço se deu porque o amor se retirou para refletir outras/novas estratégias de continuar vivo...
Brevemente naquela maneira de amar – revoltou-se, franziu a testa e pôs-se a limpar... Pensava no amor dela, um amor de pano de chão e casa limpa...
De fato, tudo mudara – há quem diga que Deus (...) não habita em quarto bagunçado... E daqui também se pode entender porque os ratos preferem bagunça (essa é outra crônica) e nada contra a bagunça dos ratos – são elas suas razões/organizações de estarem no mundo.
Andando e pensando, aquela fora uma despretensiosa adivinhação, que derrepente, acertara e colocara fim num suplício desses, de quem não consegue perceber o que está errado (ou deslocado/fragilizado) ao redor...
Pode uma vida e um amor ser modificados por uma casa limpa?
Pode um sentimento se ‘asperecer’ pela casa suja?
Que seria a casa limpa?
Muitas dessas perguntas poderão ser erigidas...
Pelo visto, essas perguntas ficarão no ar limpo da casa limpa. E quem dera mais casas limpas, derrepente muitas coisas poderiam estar arranjadas...
E um mundo menos tão fragilizado... (Isto não é, tampouco deseja ser autoajuda pro mundo, não...)
Voltando à casa:
Agora, aos que não tem como limpá-la (ou se pensa isso) é bom derrepente dá um jeito e limpar na esperança de que surtirá bons efeitos...   

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