Aflição de Chauí ao aqui…
Nesses dias ouvi a filósofa falar sobre utopias e distopias, ora, poucas daquelas coisas amedrontam menos. Realmente choca imaginar por um futuro que não chegará, por estações do ano puras e por famílias que se amam e se amem ante a manutenção do sexo e de criar as crianças…
Avatar é mais uma vez objeto de estudo para essa metafísica da tentativa humana de ser melhor … Ao que parece não vamos conseguir! Talvez essa seja a grande distopia da utopia ou a utopia das distopias; de qualquer forma, estamos “fora da ordem”, e então a espécie findará, ou chegaremos aos sete ou oito bilhões de seres apreensivos, medrosos ou mutantes, ou mutados para suportar e piorar o a mais que vier...
Aquelas palavras me levaram à favela (das senzalas) de minhas alusões sobre o ser humano: a sensação é de alta insuficiência, de não haver mais controle ou o que fazer (?) …
E lá se vão as falácias dos 'mais' sábios ganhando margem: Marx, Jesus, Comte, Buda, Focault, Derrida, Hall, Dawkins, Merleau-Ponty e os outros (físicos, metafísicos, transcendentes e transcendidos…).
É individual o sentimento de perda, mas plural pela massa que ocupa. Quanto mais ouço os filósofos, os antropólogos, (e demais-dimais pensadores afins) mais os vejo constrangidos com o que falam (escrevem e veem e tenta sobreviver/ sobre=(sob)+vi+Ver): Ao que parece tudo estará no arcabouço da destemperança.
Aquelas palavras me levaram à favela (das senzalas) de minhas alusões sobre o ser humano: a sensação é de alta insuficiência, de não haver mais controle ou o que fazer (?) …
E lá se vão as falácias dos 'mais' sábios ganhando margem: Marx, Jesus, Comte, Buda, Focault, Derrida, Hall, Dawkins, Merleau-Ponty e os outros (físicos, metafísicos, transcendentes e transcendidos…).
É individual o sentimento de perda, mas plural pela massa que ocupa. Quanto mais ouço os filósofos, os antropólogos, (e demais-dimais pensadores afins) mais os vejo constrangidos com o que falam (escrevem e veem e tenta sobreviver/ sobre=(sob)+vi+Ver): Ao que parece tudo estará no arcabouço da destemperança.
Quem sabe um dia seremos santificados pelas tentativas de mudar alguma coisa… (se mudar for a melhor coisa). Ao que nos parece a escórea da humanidade se adapta…
Aflição de Chauí ao aqui II.
(13.04.2011)
Aflição de Chauí ao aqui II.
(13.04.2011)
Ela chorou, me vi em seus olhos... Mãe-distante do menino... Volto ao Chauí...
Tá difícil estabelecer metas e planos sem mutilar o lar, a cacofonia é sinônimo desse jogo confuso-ligado de sobre-viver-existir. Já não é possível notificar-quantificar-qualificar os valores: correr é pragmático!
Tá difícil estabelecer metas e planos sem mutilar o lar, a cacofonia é sinônimo desse jogo confuso-ligado de sobre-viver-existir. Já não é possível notificar-quantificar-qualificar os valores: correr é pragmático!
O carinho é saudade; a lembrança é prisão, porque faz-nos aprisionados em sentimentos que não serão saciados (pelo menos nessas horas de correrias) . Eles (os desejos) precisam sem que desejemos, entrar no stand by: esperar os artigos serem escritos, as resenhas feitas, as provas da faculdade estudadas, as apostilas lidas, ter os debates em dias; depois de tudo isso feito, as teses escritas e defendida, etc.
O que resta depois disso? Que corpo pode fazer o quê?. O que? .
..(Pior de tudo, depois de tudo aquilo(s) feito), resta o "tempo de morte": quando o corpo pede cama-abrigo, descanso, carinho. Aquela vontade de não pensar em ‘nada’... E que quando, (num ataque de insanidade profissional, estresse, de desespero, cansaço ,etc.) é “jogado tudo pra cima”, e tiramos esse tempo de morte (que pode ser um dia, por exemplo para ficar com os filhos, de repente, ou caminhar no bosque(que nada tem haver com morte, mas com vida)...): ouvi-se aquela voz perturbadora apontando suas dívidas, cobrando, te alegando coisas e questões, etc, etc, etc...
Volta-se a correr - os fazeres estão atrasados!!!
..(Pior de tudo, depois de tudo aquilo(s) feito), resta o "tempo de morte": quando o corpo pede cama-abrigo, descanso, carinho. Aquela vontade de não pensar em ‘nada’... E que quando, (num ataque de insanidade profissional, estresse, de desespero, cansaço ,etc.) é “jogado tudo pra cima”, e tiramos esse tempo de morte (que pode ser um dia, por exemplo para ficar com os filhos, de repente, ou caminhar no bosque(que nada tem haver com morte, mas com vida)...): ouvi-se aquela voz perturbadora apontando suas dívidas, cobrando, te alegando coisas e questões, etc, etc, etc...
Volta-se a correr - os fazeres estão atrasados!!!
[Pensando a família] ...Já não se pode dizer que estamos criando filhos (falando aos pais – à sociedade - sem generalizar, por favor).
Penso que sejam (os filhos) então, seres carentes de representações familiares coerentes ao ágape total (seja lá o que isso seja), amor da presença, de estar perto: corpo e corpo. Ao que parece o sentimento de muitas ocupações e afazeres estabelecem outra possibilidade (mobilidade) familial: a Família das Urgências Sociais – FUS(ÃO)-EAD. (recortadamente neste campo de discussão, se ampliar é pior...)
Penso que sejam (os filhos) então, seres carentes de representações familiares coerentes ao ágape total (seja lá o que isso seja), amor da presença, de estar perto: corpo e corpo. Ao que parece o sentimento de muitas ocupações e afazeres estabelecem outra possibilidade (mobilidade) familial: a Família das Urgências Sociais – FUS(ÃO)-EAD. (recortadamente neste campo de discussão, se ampliar é pior...)
...Pegar o buquê no casamento da amiga (o) é lugar de desespero, aquele romance... acabara. É uma premissa negativa... Estou-estamos vendo (sobvivendo) esse advento: a família vértico-horizontal, seja lá o que signifique isso 2 – será outra escrita “e quem souber me ensine” – já disse o outro.
Enquanto isso, voltando aos antropólogos (e afins), eles, e porque não, nós ainda se -nos atrapalham(os). Seus-nossos discursos estão circulando-circulando (como o Planeta – mudando os eixos) en'torno da carniça estabelecida.
Este ranço é nodual. É dual core, é 3d: a paralaxe desse novo [real] momento antropológico da ação filial e suas extensões: sociedade, antropagogia, etc... Estamos na Realidade real aumentada nas suas fragilidades e carências humanas, (quase findando)...
Novas tecnologias precisam advim para amenizar o que também cooperou para acontecer: Mesmo que seja o espectro da Mãe dizendo: “Bom dia Filho, boa prova”. E ouvir: “Mãe gosto quando vc diz isso”.
Este ranço é nodual. É dual core, é 3d: a paralaxe desse novo [real] momento antropológico da ação filial e suas extensões: sociedade, antropagogia, etc... Estamos na Realidade real aumentada nas suas fragilidades e carências humanas, (quase findando)...
Novas tecnologias precisam advim para amenizar o que também cooperou para acontecer: Mesmo que seja o espectro da Mãe dizendo: “Bom dia Filho, boa prova”. E ouvir: “Mãe gosto quando vc diz isso”.
Esses hologramas são-serão representações que podem favorecer o real-irreal a ausência: suprimir a Importância da Ausência. E a família virtualizada pode ser uma assertiva contra a carência da imagem da Mãe, do Pai, (aos que os tem) mesmo que apenas projetada: algum valor há de surgir: mesmo que metafórico, superficial, mas a família continuará existindo e se (imercivamente) ampliando...
Eu já comecei, rabisco minha imagem caricaturada na lousa todos os dias antes de sair de casa, sei que ela, minha filha, olha e diz: "Papai, papai", assim me disseram, ainda não vi!
Aflição de Chauí ao aqui II. (Final).
Eu já comecei, rabisco minha imagem caricaturada na lousa todos os dias antes de sair de casa, sei que ela, minha filha, olha e diz: "Papai, papai", assim me disseram, ainda não vi!
Aflição de Chauí ao aqui II. (Final).
"tempo de morte"