numa aula
Abri a porta e elas e eles entraram, entre vinte a trinta, ou mais... Esperei... Esperei. Escrevi: (Poematizei-os)
Uma vez que eu cresciqueria continuar meninofalar como meninoter responsabilidades de menino
Não sabia que ser homemera criar destinodoces eram os meus momentos de menino:
Olhar cansado de tanto brincarUm Deus de criança para eu amaruma menina inocente R’eu me apaixonar
um doce ninarum longo reclamar:__ menino chega de brincar!Que nem atenção eu podia dar
um tempo que não sabia o que era sonharachava que era imaginar e tudo podia se concretizar
Hoje sei que sonhar é chorar,é lamentar, é esperar
Quem me dera ao menos hoje meninovirar,ia correr, pular, cantartalvez fosse chorarse lembrasse que em homem havia de retornar...mas antes disso jogaria bola, brincaria de “esconde – esconde”,brincaria de ir ao banco (que hoje é um pranto)e brincaria e o dia passaria e dormiria...
De manhã acordaria, inventaria coisa de um novo dia e nova responsabilidade de criança assumiria:Iria à escola. Gritaria. Queria tudo que coubesse num diatalvez a pró eu beijaria ou na sala vazia de picula eu encheria e brincaria e correria , quem sabe até cairia,e para a queda um sorriso eu daria...
porém hoje, uma topada acabaria o dia,uma dor de cabeça me afligiriadecerto eu lembraria que quando criança após uma topadacuspe passava na ferida criada e brincavaaí ‘ de noite’ mamãe reclamava, passava pomada,talvez me beijavae a dor toda voltavae com ela eu dormia e sonhavasei lá o quêsonhava o nada, lutava, nadava, voava,sonhava, ...Uma vez que eu crescitudo issoah!Cresceu...
Nenhum comentário:
Postar um comentário