13 de fev. de 2011

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Aquele dia o vi  treinando, tentava deixar a fé prolixa, e vi: a fé ali sorria,ora talvez existia... Interpelado (questionaram): "Mas não é tudo em vão?" A fé respondeu (talvez por ele) e riu: só espera... As interrogações foram erigidas por si só...
                        e outra voz ao acaso versou, era uma criança:

                                  esperar para quê?
                                  Sua testa franziu...

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